terça-feira, 20 de maio de 2014

A evolução do Windows: Windows 98

 

                               Microsoft Windows 98







O Microsoft Windows 98 (nome de código Memphis) é um sistema operacional produzido pela Microsoft que foi lançado em 25 de Junho de 1998, sendo o sucessor do Windows 95. A maior novidade desta versão era a completa integração do sistema operacional com a internet utilizando o Internet Explorer 4. Introduziu o sistema de arquivos FAT-32 e começou a introduzir o teletrabalho (só foi possível devido à integração do Web). Melhorou bastante a interface gráfica e incluiu o suporte a muitos monitores e ao USB. Mas, por ser maior do que o Windows 95 e possuir mais funções, era também mais lento e mais instável.

Uma atualização ao sistema operacional, o Windows 98 Segunda Edição (SE), foi lançado em 5 de Maio de 1999. Ele incluiu correções a muitos pequenos problemas, melhora no suporte a USB, e a troca do Internet Explorer 4.0 pelo Internet Explorer 5.0, que era significantemente mais rápido. Também foi incluído o Compartilhamento de Conexão a Internet, que permitiu que múltiplos computadores em uma Rede Local compartilhem uma única conexão a Internet através de NAT. Outras novidades incluem o programa Microsoft NetMeeting 3.0 e suporte integrado a drives de DVD-ROM,,Ele também adicionou suporte à processadores mais novos. Além disso, nada foi feito de diferente. Essa atualização foi considerada como uma das melhores versões da família Windows. A atualização foi gratuita para aqueles que já possuíam a primeira edição do Windows 98.
ntre as novidades que vieram com o Windows 98 estão o melhor suporte a AGP, drivers para USB funcionais, e suporte a múltiplos monitores e WebTV. Ele incluiu também suporte ao sistema de arquivos FAT32, permitindo que ele suportasse partições maiores que 2 GB, máximo aceito pelo seu antecessor, Windows 95. Essa também foi a primeira versão do Windows a oferecer suporte a ACPI. Como nos últimos releases do Windows 95, o Internet Explorer continuou a ser integrado à interface do Windows Explorer (característica chamada de Active Desktop).

Carlos Daniel Neves de Souza 2° ano G 

Evoluçao do Windows 8

                  


  Segundo Ballmer, os novos computadores com Windows, que irão chegar ao mercados nas próximas semanas, serão os "melhores PCs de todos os tempos". O executivo disse que a experiência no Windows 8 é "verdadeiramente mágica" e que os usuários vão "adorar essa experiência".
  o Windows 8, o novo sistema operacional que traz uma interface gráfica diferente das versões anteriores, com o estilo "Metro", com divisões em blocos.

        
            imagem  

Cada bloco na tela inicial é personalizado. Pode ser conectado a uma pessoa, um aplicativo, um site, uma pasta, um conteúdo ou qualquer outra coisa que seja importante para você. A cada nova informação os blocos são atualizados em tempo real. Além disso, na tela inicial você pode ver as fotos em que for marcado nas redes sociais, a previsão do tempo, mensagens de seus amigos e muito mais.
      
 
 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Evoluçao Da Televisão

  

 



Logicamente os primeiros aparelhos eram bem diferentes do que conhecemos hoje, mas o fato é que, desde sua invenção, sempre chamou a atenção e muitos acham difícil viver sem ela.
  A década de 70 é considerada como sendo a década de maturidade da TV brasileira e associada às novas tecnologias, como a cor e os efeitos eletrônicos. Os programas passaram a ter um melhor nível de produção.
  Na década de 90 continuam a surgir novidades em ritmo cada vez mais acelerado, novas redes surgiram, o sistema de TV a cabo aumentou e inúmeras emissoras independentes foram inauguradas, dirigindo-se a públicos mais específicos.
  
Curiosidade
O primeiro aparelho de televisão, se é que podemos chamar assim, era uma caixa de papelão repleta de furos, com uma lâmpada elétrica em seu interior e um farolete de bicicleta. Através desse protótipo caseiro, John Bird conseguiu projetar através dele a cabeça de um boneco em uma tela previamente instalada em seu laboratório.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Oficina de Mídias










Armazenamento de Audio

                                                     Armazenamento de Áudio                                          

   É a tecnologia de guardar em formatos físicos um som captado em um ambiente. Por exemplo, guardar a gravação de voz por um microfone em um arquivo MP3.
Ao longo da História humana houve o desejo de perpetuar os sons, gravando-os. Em 1806, Thomas Young, consegue reproduzir o "aspecto" dos sons num cilindro revestido a negro de fumo, fazendo as marcas através de um estilete. Em 1857 o pintor francês Leon Scott inventou o Fonautógrafo, que era um aparelho semelhante ao anterior, constituído por um funil no fundo do qual se encontrava uma membrana que tinha presa uma cerda de porco. Como o invento de Thomas Young podia-se ver o aspecto das linhas produzidas pelos sons mas não se podiam reproduzir.

Formatos de Áudio Digitais  
  
 Formatos gratuitos e de código aberto • WAV (ou WAVE), WAVEform audio format, é um formato-padrão de arquivo de áudio da Microsoft e IBM para armazenamento de áudio em PCs É uma variação do método de formatação de fluxo de bits RIFF para armazenar dados em blocos. Usado normalmente para armazenar ficheiros de som com qualidade de CD, segundo o formato de modulação de pulsos PCM, um método de armazenamento sem perda. Estes ficheiros costumam ser muito grandes, cerca de 10 MB por minuto. Contudo podem ser utilizados codecs de compressão com perda para reduzir o tamanho dos ficheiros.
• OGG – um formato que permite uma grande variedade de codecs, sendo o mais popular o vorbis (daí este formato ser normalmente referido como ogg-vorbis). O codec Vorbis oferece uma compressão parecida à MP3, mas é menos popular.
• Musepack ou MPC é um codec de audio de compressão com perda de código. Optimizado especificamente para compressão de audio stereo em bitrates de 160-180 kbits/s. O formato Musepack e o Ogg Vorbis são considerados os dois melhores para compressão com perda de alta-qualidade, contudo o format MPC é ainda menos popular que o Ogg Vorbis e é utilizado apenas por especialistas.
• flac – um codec de compressão sem perda.
• aiff – é o formato de áudio padrão usado pela Apple. É muito semelhante ao WAVE, mas para Macintosh.
• raw – Um ficheiro raw pode conter áudio em qualquer codec mas é normalmente usado com o formato de modelação PCM. É raramente utilizado excepto para testes técnicos . • au – é o formato padrão para ficheiros audio usado pela SUN, JAVA e sistemas operativos UNIX/LINUX. O audio em ficheiros au pode ser modelado por PCM ou comprimido Segundo a lei-μ, lei-a ou codecs G729.
Formatos gratuitos e de código aberto • WAV (ou WAVE), WAVEform audio format, é um formato-padrão de arquivo de áudio da Microsoft e IBM para armazenamento de áudio em PCs É uma variação do método de formatação de fluxo de bits RIFF para armazenar dados em blocos. Usado normalmente para armazenar ficheiros de som com qualidade de CD, segundo o formato de modulação de pulsos PCM, um método de armazenamento sem perda. Estes ficheiros costumam ser muito grandes, cerca de 10 MB por minuto. Contudo podem ser utilizados codecs de compressão com perda para reduzir o tamanho dos ficheiros.
• OGG – um formato que permite uma grande variedade de codecs, sendo o mais popular o vorbis (daí este formato ser normalmente referido como ogg-vorbis). O codec Vorbis oferece uma compressão parecida à MP3, mas é menos popular.
• Musepack ou MPC é um codec de audio de compressão com perda de código. Optimizado especificamente para compressão de audio stereo em bitrates de 160-180 kbits/s. O formato Musepack e o Ogg Vorbis são considerados os dois melhores para compressão com perda de alta-qualidade, contudo o format MPC é ainda menos popular que o Ogg Vorbis e é utilizado apenas por especialistas.
• flac – um codec de compressão sem perda.
• aiff – é o formato de áudio padrão usado pela Apple. É muito semelhante ao WAVE, mas para Macintosh.
• raw – Um ficheiro raw pode conter áudio em qualquer codec mas é normalmente usado com o formato de modelação PCM. É raramente utilizado excepto para testes técnicos . • au – é o formato padrão para ficheiros audio usado pela SUN, JAVA e sistemas operativos UNIX/LINUX. O audio em ficheiros au pode ser modelado por PCM ou comprimido Segundo a lei-μ, lei-a ou codecs G729.


REBECA DE SOUZA ANDRADE 2°A 

Armazenamento de audio: CILINDRO FONOGRÁFICO :D

Cilindro fonográfico


Cilindros fonográficos
O cilindro fonográfico é o mais antigo meio de armazenamento de áudio, utilizado pelo vibroscópio de Thomas Young, pelo fonoautógrafo de Leon Scott e pelo fonógrafo de Thomas Edison.1 Foi comercialmente utilizado para este fim desde a invenção de Edison, em 1877, até 1929, quando pararam de ser produzidos.2 Desde 1894, passa a enfrentar a concorrência do disco utilizado pela invenção de Berliner, o gramofone, que acabaria ganhando a competição e tornando-se o meio de armazenamento de áudio padrão do mercado da música até a ascensão do disco de vinil, em meados da década de 1940.

História

Antes da invenção do fonógrafo

A primeira invenção a gravar sons em um meio de armazenamento foi o vibroscópio, inventado por Thomas Young no início do século XIX, que já utilizava cilindros para realizar uma representação gráfica analógica das ondas acústicas.1 Também o fonoautógrafo, inventado por Leon Scott em 1857, utilizava o cilindro como meio de armazenamento através de um cone acústico, que captava as ondas sonoras, e de um diafragma, que traduzia aquelas ondas sonoras em movimento mecânico de uma agulha que, enfim, gravava o cilindro.1 Estes aparelhos, entretanto, não permitiam a reprodução do som gravado no cilindro, isto é, não possibilitavam que fosse feito o caminho inverso e a impressão do movimento mecânico da agulha fosse novamente transformada em som. Isto porque estes aparelhos preocupavam-se em possibilitar meios de estudo da acústica, não pretendendo reproduzir o som gravado, para qualquer fim.3

O fonógrafo

No fonógrafo, inventado por Thomas Edison em 21 de novembro de 1877,3 os cilindros eram gravados de forma análoga ao que já acontecia com o fonoautógrafo, mas, ao girar-se o cilindro ao contrário com o auxílio de outro tipo de agulha, o aparelho lia a informação sonora gravada no cilindro, reproduzindo o som.1 Porém, na invenção de Edison, o cilindro ficava conectado ao aparelho sendo confeccionado de uma folha de estanho contendo sulcos no fundo dos quais a gravação era armazenada.1 Embora abrisse a possibilidade da utilização comercial do som,3 a invenção de Edison teve dificuldades para ser comercializada por diversas razões: em primeiro lugar, o inventor pretendia que ela tivesse um uso mais prático, como o telefone ou o telégrafo, e não de entretenimento,1 e, também, por estar com suas forças voltadas para a divulgação da lâmpada incandescente.3

Os cilindros removíveis

Em 1879,4 Alexander Graham Bell e seu associado Charles Tainter começam a trabalhar em melhorias para o fonógrafo de Edison de modo a torná-lo comercialmente viável e, também, para conseguir modificá-lo a ponto de obterem patentes independentes.1 Em 1886, eles conseguem patentear um aparelho chamado grafofone que além de utilizar cilindros removíveis, isto é, os cilindros poderiam ser comercializados independentemente do aparelho, utilizava cilindros feitos de uma base de papelão coberta com cera (portanto, bem mais baratos que os cilindros de folha de estanho de Edison).1 Com o início da comercialização do grafofone para reprodução de música (em menor escala) e de ditados, Edison decide trabalhar novamente no fonógrafo criando um cilindro inteiramente de cera de carnaúba que resolve o problema de dilatação dos materiais no calor (devido à diferença dos coeficientes de dilatação do papelão e da cera, os cilindros quebravam facilmente), mas, com isso, quebra a patente de Bell.1

Sistemas de duplicação da gravação

Os cilindros moldados a ouro de Edison
Um dos principais problemas para a comercialização dos cilindros era a dificuldade em reproduzi-los em série, o que tornava necessária a gravação artesanal dos cilindros consumindo muito tempo e dinheiro. Cada cilindro saía diferente do outro e dois cilindros com a mesma música executada pelo mesmo artista podiam ter diferenças consideráveis de qualidade.1 Para resolver estas dificuldades várias tecnologias foram inventadas como a moldagem e a reprodução pantográfica utilizada pela Pathé que propiciava a cópia de cinco cilindros por vez.1 A moldagem inicialmente desenvolvida é bem primitiva, feita a utilização da técnica da prensagem. Entretanto, em 1902, Edison desenvolve uma técnica de moldagem a ouro utilizando um processo eletrolítico.1

Desenvolvimentos tardios e a concorrência com o disco

Cilindros usados em ditados
Outras inovações técnicas são inventadas ao longo dos anos para os cilindros, como: os inquebráveis, feitos em celulose e outros materiais; os de longa duração, entre 4 e 6 minutos; e os coloridos. Essas inovações chegariam aos discos apenas 50 anos depois.1 Além disso, os cilindros possibilitavam a sua reutilização através da raspagem da cera (o que criou um mercado secundário de cilindros já utilizados que eram vendidos para raspagem e cilindros raspados que eram vendidos para serem reutilizados) e a comercialização de cilindros virgens para a gravação doméstica (razão pela qual continuaram no mercado de ditados durante mais tempo que no de música).1 Estas inovações somadas a certas vantagens dos cilindros, que não apresentarem problemas de gravação no centro como os discos, que tem problemas para manter a velocidade de rotação no centro, mostram que não é por uma pretensa "pior qualidade sonora" que os cilindros perderam para o disco a importância de meio de armazenamento padrão da indústria, mas sim pelas inovações trazidas ao processo de produção e comercialização.5 O que os discos permitem é passar de um método de produção semi-artesanal (como o utilizado pelos cilindros) para outro industrial de massa.5 Além disso, na comercialização, o disco possibilita a existência do selo fonográfico, estampado em seu centro, bem como de "capas", e, também, a manutenção das qualidades básicas entre as diversas cópias, de modo que ele atinge as qualidades necessárias para ser considerado um produto.5
Assim, por essas razões, as vendas dos cilindros vão caindo a partir da década de 1910 até deixarem de ser produzidos como meio de armazenamento de áudio pela indústria da música em 1929.2 Continuariam sendo utilizados, entretanto, para ditados até meados da década de 1950.



Alunas: Alexia Rocha e Kariny Sanches
Série: 2B e 2C
08/04/2014
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Armazenamento de Aúdio : Cilindro fonográfico

Cilindro fonográfico

Cilindros fonográficos
O cilindro fonográfico é o mais antigo meio de armazenamento de áudio, utilizado pelo vibroscópio de Thomas Young, pelo fonoautógrafo de Leon Scott e pelo fonógrafo de Thomas Edison.1 Foi comercialmente utilizado para este fim desde a invenção de Edison, em 1877, até 1929, quando pararam de ser produzidos.2 Desde 1894, passa a enfrentar a concorrência do disco  utilizado pela invenção de Berliner , o gramofone , que acabaria ganhando a competição e tornando-se o meio de armazenamento de áudio padrão do mercado da música até a ascensão do disco de vinil, em meados da década de 1940 

Antes da invenção do fonógrafo

A primeira invenção a gravar sons em um meio de armazenamento foi o vibroscópio, inventado por Thomas Yong  no início do século XIX , que já utilizava cilindros para realizar uma representação gráfica e cenográfica  das ondas acústicas .Também o fonografo , inventado por Leon Scott em 1857, utilizava o cilindro como meio de armazenamento através de um cone acústico, que captava as ondas sonoras, e de um diafragma, que traduzia aquelas ondas sonoras em movimento mecânico de uma agulha que, enfim, gravava o cilindro.
 No Fonografo , inventado por Thomas Edison  em 21 de novembro  de 1877,os cilindros eram gravados de forma análoga ao que já acontecia com o fonoautógrafo, mas, ao girar-se o cilindro ao contrário com o auxílio de outro tipo de agulha, o aparelho lia a informação sonora gravada no cilindro, reproduzindo o som. Porém, na invenção de Edison, o cilindro ficava conectado ao aparelho sendo confeccionado de uma folha de estanho contendo sulcos no fundo dos quais a gravação era armazenada. Embora abrisse a possibilidade da utilização comercial do som,