terça-feira, 8 de abril de 2014
Armazenamento de Audio
Armazenamento de Áudio
É a tecnologia de guardar em formatos físicos um som captado em um ambiente. Por exemplo, guardar a gravação de voz por um microfone em um arquivo MP3.
Ao longo da História humana houve o desejo de perpetuar os sons, gravando-os. Em 1806, Thomas Young, consegue reproduzir o "aspecto" dos sons num cilindro revestido a negro de fumo, fazendo as marcas através de um estilete. Em 1857 o pintor francês Leon Scott inventou o Fonautógrafo, que era um aparelho semelhante ao anterior, constituído por um funil no fundo do qual se encontrava uma membrana que tinha presa uma cerda de porco. Como o invento de Thomas Young podia-se ver o aspecto das linhas produzidas pelos sons mas não se podiam reproduzir.
Formatos de Áudio Digitais
Formatos gratuitos e de código aberto • WAV (ou WAVE), WAVEform audio format, é um formato-padrão de arquivo de áudio da Microsoft e IBM para armazenamento de áudio em PCs É uma variação do método de formatação de fluxo de bits RIFF para armazenar dados em blocos. Usado normalmente para armazenar ficheiros de som com qualidade de CD, segundo o formato de modulação de pulsos PCM, um método de armazenamento sem perda. Estes ficheiros costumam ser muito grandes, cerca de 10 MB por minuto. Contudo podem ser utilizados codecs de compressão com perda para reduzir o tamanho dos ficheiros.
• OGG – um formato que permite uma grande variedade de codecs, sendo o mais popular o vorbis (daí este formato ser normalmente referido como ogg-vorbis). O codec Vorbis oferece uma compressão parecida à MP3, mas é menos popular.
• Musepack ou MPC é um codec de audio de compressão com perda de código. Optimizado especificamente para compressão de audio stereo em bitrates de 160-180 kbits/s. O formato Musepack e o Ogg Vorbis são considerados os dois melhores para compressão com perda de alta-qualidade, contudo o format MPC é ainda menos popular que o Ogg Vorbis e é utilizado apenas por especialistas.
• flac – um codec de compressão sem perda.
• aiff – é o formato de áudio padrão usado pela Apple. É muito semelhante ao WAVE, mas para Macintosh.
• raw – Um ficheiro raw pode conter áudio em qualquer codec mas é normalmente usado com o formato de modelação PCM. É raramente utilizado excepto para testes técnicos . • au – é o formato padrão para ficheiros audio usado pela SUN, JAVA e sistemas operativos UNIX/LINUX. O audio em ficheiros au pode ser modelado por PCM ou comprimido Segundo a lei-μ, lei-a ou codecs G729.
Formatos gratuitos e de código aberto • WAV (ou WAVE), WAVEform audio format, é um formato-padrão de arquivo de áudio da Microsoft e IBM para armazenamento de áudio em PCs É uma variação do método de formatação de fluxo de bits RIFF para armazenar dados em blocos. Usado normalmente para armazenar ficheiros de som com qualidade de CD, segundo o formato de modulação de pulsos PCM, um método de armazenamento sem perda. Estes ficheiros costumam ser muito grandes, cerca de 10 MB por minuto. Contudo podem ser utilizados codecs de compressão com perda para reduzir o tamanho dos ficheiros.
• OGG – um formato que permite uma grande variedade de codecs, sendo o mais popular o vorbis (daí este formato ser normalmente referido como ogg-vorbis). O codec Vorbis oferece uma compressão parecida à MP3, mas é menos popular.
• Musepack ou MPC é um codec de audio de compressão com perda de código. Optimizado especificamente para compressão de audio stereo em bitrates de 160-180 kbits/s. O formato Musepack e o Ogg Vorbis são considerados os dois melhores para compressão com perda de alta-qualidade, contudo o format MPC é ainda menos popular que o Ogg Vorbis e é utilizado apenas por especialistas.
• flac – um codec de compressão sem perda.
• aiff – é o formato de áudio padrão usado pela Apple. É muito semelhante ao WAVE, mas para Macintosh.
• raw – Um ficheiro raw pode conter áudio em qualquer codec mas é normalmente usado com o formato de modelação PCM. É raramente utilizado excepto para testes técnicos . • au – é o formato padrão para ficheiros audio usado pela SUN, JAVA e sistemas operativos UNIX/LINUX. O audio em ficheiros au pode ser modelado por PCM ou comprimido Segundo a lei-μ, lei-a ou codecs G729.
REBECA DE SOUZA ANDRADE 2°A
É a tecnologia de guardar em formatos físicos um som captado em um ambiente. Por exemplo, guardar a gravação de voz por um microfone em um arquivo MP3.
Ao longo da História humana houve o desejo de perpetuar os sons, gravando-os. Em 1806, Thomas Young, consegue reproduzir o "aspecto" dos sons num cilindro revestido a negro de fumo, fazendo as marcas através de um estilete. Em 1857 o pintor francês Leon Scott inventou o Fonautógrafo, que era um aparelho semelhante ao anterior, constituído por um funil no fundo do qual se encontrava uma membrana que tinha presa uma cerda de porco. Como o invento de Thomas Young podia-se ver o aspecto das linhas produzidas pelos sons mas não se podiam reproduzir.
Formatos de Áudio Digitais
Formatos gratuitos e de código aberto • WAV (ou WAVE), WAVEform audio format, é um formato-padrão de arquivo de áudio da Microsoft e IBM para armazenamento de áudio em PCs É uma variação do método de formatação de fluxo de bits RIFF para armazenar dados em blocos. Usado normalmente para armazenar ficheiros de som com qualidade de CD, segundo o formato de modulação de pulsos PCM, um método de armazenamento sem perda. Estes ficheiros costumam ser muito grandes, cerca de 10 MB por minuto. Contudo podem ser utilizados codecs de compressão com perda para reduzir o tamanho dos ficheiros.
• OGG – um formato que permite uma grande variedade de codecs, sendo o mais popular o vorbis (daí este formato ser normalmente referido como ogg-vorbis). O codec Vorbis oferece uma compressão parecida à MP3, mas é menos popular.
• Musepack ou MPC é um codec de audio de compressão com perda de código. Optimizado especificamente para compressão de audio stereo em bitrates de 160-180 kbits/s. O formato Musepack e o Ogg Vorbis são considerados os dois melhores para compressão com perda de alta-qualidade, contudo o format MPC é ainda menos popular que o Ogg Vorbis e é utilizado apenas por especialistas.
• flac – um codec de compressão sem perda.
• aiff – é o formato de áudio padrão usado pela Apple. É muito semelhante ao WAVE, mas para Macintosh.
• raw – Um ficheiro raw pode conter áudio em qualquer codec mas é normalmente usado com o formato de modelação PCM. É raramente utilizado excepto para testes técnicos . • au – é o formato padrão para ficheiros audio usado pela SUN, JAVA e sistemas operativos UNIX/LINUX. O audio em ficheiros au pode ser modelado por PCM ou comprimido Segundo a lei-μ, lei-a ou codecs G729.
Formatos gratuitos e de código aberto • WAV (ou WAVE), WAVEform audio format, é um formato-padrão de arquivo de áudio da Microsoft e IBM para armazenamento de áudio em PCs É uma variação do método de formatação de fluxo de bits RIFF para armazenar dados em blocos. Usado normalmente para armazenar ficheiros de som com qualidade de CD, segundo o formato de modulação de pulsos PCM, um método de armazenamento sem perda. Estes ficheiros costumam ser muito grandes, cerca de 10 MB por minuto. Contudo podem ser utilizados codecs de compressão com perda para reduzir o tamanho dos ficheiros.
• OGG – um formato que permite uma grande variedade de codecs, sendo o mais popular o vorbis (daí este formato ser normalmente referido como ogg-vorbis). O codec Vorbis oferece uma compressão parecida à MP3, mas é menos popular.
• Musepack ou MPC é um codec de audio de compressão com perda de código. Optimizado especificamente para compressão de audio stereo em bitrates de 160-180 kbits/s. O formato Musepack e o Ogg Vorbis são considerados os dois melhores para compressão com perda de alta-qualidade, contudo o format MPC é ainda menos popular que o Ogg Vorbis e é utilizado apenas por especialistas.
• flac – um codec de compressão sem perda.
• aiff – é o formato de áudio padrão usado pela Apple. É muito semelhante ao WAVE, mas para Macintosh.
• raw – Um ficheiro raw pode conter áudio em qualquer codec mas é normalmente usado com o formato de modelação PCM. É raramente utilizado excepto para testes técnicos . • au – é o formato padrão para ficheiros audio usado pela SUN, JAVA e sistemas operativos UNIX/LINUX. O audio em ficheiros au pode ser modelado por PCM ou comprimido Segundo a lei-μ, lei-a ou codecs G729.
REBECA DE SOUZA ANDRADE 2°A
Armazenamento de audio: CILINDRO FONOGRÁFICO :D
Cilindro fonográfico
História
Antes da invenção do fonógrafo
A primeira invenção a gravar sons em um meio de armazenamento foi o vibroscópio, inventado por Thomas Young no início do século XIX, que já utilizava cilindros para realizar uma representação gráfica analógica das ondas acústicas.1 Também o fonoautógrafo, inventado por Leon Scott em 1857, utilizava o cilindro como meio de armazenamento através de um cone acústico, que captava as ondas sonoras, e de um diafragma, que traduzia aquelas ondas sonoras em movimento mecânico de uma agulha que, enfim, gravava o cilindro.1 Estes aparelhos, entretanto, não permitiam a reprodução do som gravado no cilindro, isto é, não possibilitavam que fosse feito o caminho inverso e a impressão do movimento mecânico da agulha fosse novamente transformada em som. Isto porque estes aparelhos preocupavam-se em possibilitar meios de estudo da acústica, não pretendendo reproduzir o som gravado, para qualquer fim.3O fonógrafo
No fonógrafo, inventado por Thomas Edison em 21 de novembro de 1877,3 os cilindros eram gravados de forma análoga ao que já acontecia com o fonoautógrafo, mas, ao girar-se o cilindro ao contrário com o auxílio de outro tipo de agulha, o aparelho lia a informação sonora gravada no cilindro, reproduzindo o som.1 Porém, na invenção de Edison, o cilindro ficava conectado ao aparelho sendo confeccionado de uma folha de estanho contendo sulcos no fundo dos quais a gravação era armazenada.1 Embora abrisse a possibilidade da utilização comercial do som,3 a invenção de Edison teve dificuldades para ser comercializada por diversas razões: em primeiro lugar, o inventor pretendia que ela tivesse um uso mais prático, como o telefone ou o telégrafo, e não de entretenimento,1 e, também, por estar com suas forças voltadas para a divulgação da lâmpada incandescente.3Os cilindros removíveis
Em 1879,4 Alexander Graham Bell e seu associado Charles Tainter começam a trabalhar em melhorias para o fonógrafo de Edison de modo a torná-lo comercialmente viável e, também, para conseguir modificá-lo a ponto de obterem patentes independentes.1 Em 1886, eles conseguem patentear um aparelho chamado grafofone que além de utilizar cilindros removíveis, isto é, os cilindros poderiam ser comercializados independentemente do aparelho, utilizava cilindros feitos de uma base de papelão coberta com cera (portanto, bem mais baratos que os cilindros de folha de estanho de Edison).1 Com o início da comercialização do grafofone para reprodução de música (em menor escala) e de ditados, Edison decide trabalhar novamente no fonógrafo criando um cilindro inteiramente de cera de carnaúba que resolve o problema de dilatação dos materiais no calor (devido à diferença dos coeficientes de dilatação do papelão e da cera, os cilindros quebravam facilmente), mas, com isso, quebra a patente de Bell.1Sistemas de duplicação da gravação
Um dos principais problemas para a comercialização dos cilindros era a dificuldade em reproduzi-los em série, o que tornava necessária a gravação artesanal dos cilindros consumindo muito tempo e dinheiro. Cada cilindro saía diferente do outro e dois cilindros com a mesma música executada pelo mesmo artista podiam ter diferenças consideráveis de qualidade.1 Para resolver estas dificuldades várias tecnologias foram inventadas como a moldagem e a reprodução pantográfica utilizada pela Pathé que propiciava a cópia de cinco cilindros por vez.1 A moldagem inicialmente desenvolvida é bem primitiva, feita a utilização da técnica da prensagem. Entretanto, em 1902, Edison desenvolve uma técnica de moldagem a ouro utilizando um processo eletrolítico.1Desenvolvimentos tardios e a concorrência com o disco
Outras inovações técnicas são inventadas ao longo dos anos para os cilindros, como: os inquebráveis, feitos em celulose e outros materiais; os de longa duração, entre 4 e 6 minutos; e os coloridos. Essas inovações chegariam aos discos apenas 50 anos depois.1 Além disso, os cilindros possibilitavam a sua reutilização através da raspagem da cera (o que criou um mercado secundário de cilindros já utilizados que eram vendidos para raspagem e cilindros raspados que eram vendidos para serem reutilizados) e a comercialização de cilindros virgens para a gravação doméstica (razão pela qual continuaram no mercado de ditados durante mais tempo que no de música).1 Estas inovações somadas a certas vantagens dos cilindros, que não apresentarem problemas de gravação no centro como os discos, que tem problemas para manter a velocidade de rotação no centro, mostram que não é por uma pretensa "pior qualidade sonora" que os cilindros perderam para o disco a importância de meio de armazenamento padrão da indústria, mas sim pelas inovações trazidas ao processo de produção e comercialização.5 O que os discos permitem é passar de um método de produção semi-artesanal (como o utilizado pelos cilindros) para outro industrial de massa.5 Além disso, na comercialização, o disco possibilita a existência do selo fonográfico, estampado em seu centro, bem como de "capas", e, também, a manutenção das qualidades básicas entre as diversas cópias, de modo que ele atinge as qualidades necessárias para ser considerado um produto.5Assim, por essas razões, as vendas dos cilindros vão caindo a partir da década de 1910 até deixarem de ser produzidos como meio de armazenamento de áudio pela indústria da música em 1929.2 Continuariam sendo utilizados, entretanto, para ditados até meados da década de 1950.
Alunas: Alexia Rocha e Kariny Sanches
Série: 2B e 2C
08/04/2014
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Armazenamento de Aúdio : Cilindro fonográfico
Cilindro fonográfico
Antes da invenção do fonógrafo
A primeira invenção a gravar sons em um meio de armazenamento foi o vibroscópio, inventado por Thomas Yong no início do século XIX , que já utilizava cilindros para realizar uma representação gráfica e cenográfica das ondas acústicas .Também o fonografo , inventado por Leon Scott em 1857, utilizava o cilindro como meio de armazenamento através de um cone acústico, que captava as ondas sonoras, e de um diafragma, que traduzia aquelas ondas sonoras em movimento mecânico de uma agulha que, enfim, gravava o cilindro.No Fonografo , inventado por Thomas Edison em 21 de novembro de 1877,os cilindros eram gravados de forma análoga ao que já acontecia com o fonoautógrafo, mas, ao girar-se o cilindro ao contrário com o auxílio de outro tipo de agulha, o aparelho lia a informação sonora gravada no cilindro, reproduzindo o som. Porém, na invenção de Edison, o cilindro ficava conectado ao aparelho sendo confeccionado de uma folha de estanho contendo sulcos no fundo dos quais a gravação era armazenada. Embora abrisse a possibilidade da utilização comercial do som,
Fitas cassette
Cassette single (CS, também conhecido pela marca registrada "Cassingle" ou capitalizado como marca registrada "Cassette Single" ) é um single lançado no formato fita casseteCassete .
História
Gravadoras americanas começaram a lançar cassette singles em larga escala em 1987, quando as vendas de álbuns de vinil foram declinando em favor de gravações de cassetes; o formato cassette single foi concebido para substituir o 45 rpm de uma forma semelhante.
Franciele Prado 2 °F
Cassette single (CS, também conhecido pela marca registrada "Cassingle" ou capitalizado como marca registrada "Cassette Single" ) é um single lançado no formato fita casseteCassete .
História
Gravadoras americanas começaram a lançar cassette singles em larga escala em 1987, quando as vendas de álbuns de vinil foram declinando em favor de gravações de cassetes; o formato cassette single foi concebido para substituir o 45 rpm de uma forma semelhante.
Franciele Prado 2 °F
Armazenamento de áudio: Disco de Vinil
Tipo de Suporte para Gravação de Som
Disco de vinil, conhecido simplesmente como vinil, ou ainda Long Play (LP) é uma mídia desenvolvida no final da década de 1940 para a reprodução musical, que usa um material plástico chamado vinil (normalmente feito de PVC), usualmente de cor preta, que registra informações de áudio, que podem ser reproduzidas através de um toca-discos.O disco de vinil possui microssulcos ou ranhuras em forma espiralada que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico. Este sinal elétrico é posteriormente amplificado e transformado em som audível (música).
O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode tornar-se uma falha, a comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção (conhecidas, vulgarmente, como capa de dentro e de fora). A poeira é um dos piores inimigos do vinil, pois funciona como um abrasivo, a danificar tanto o disco como a agulha.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Novos cabos USB não terão mais o ‘lado certo’ para o plug
Além da tecnologia reversível, o novo cabo tem um conector de tamanho menor do que o USB atual.
O USB tipo -C conta com suporte à tecnologia USB 3.1 e garante largura de banda de até 10 Gbps. O novo padrão de conectores está para ser finalizado em julho. Portanto, não deve demorar muito para que aparelhos com a novidade cheguem ao mercado.
A transição deve ser lenta, mas pode facilitar bastante a vida de usuários de múltiplos dispositivos, de maneira que smartphones, computadores e tablets passem a ter a mesma entrada. E o melhor: sem ter que ficar tenntando adivinhar o lado certo para o plug.
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